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Vera Canhoni

Origem da capacidade de envolvimento 1/2 – Winnicott em pequenas doses

Origem da capacidade de envolvimento 1/2 –

Winnicott em pequenas doses

Origem da capacidade de envolvimento

Segundo Winnicott, a origem da capacidade de envolvimento apresenta um problema complexo.

O envolvimento implica maior integração e maior crescimento, e relaciona-se de modo positivo com o senso de responsabilidade do indivíduo, especialmente com respeito às relações em que se introduziram pulsões instintuais.

O envolvimento refere-se ao fato de o indivíduo preocupar-se ou importar-se, e tanto sentir como aceitar responsabilidade.

Geralmente se descreve a origem da capacidade de envolvimento em termos das relações mãe-bebê.

Desenvolvimento emocional: ambiente suficientemente bom

Não obstante, quanto ao desenvolvimento emocional, é claro que certas condições externas são necessárias para que os potenciais de maturação se concretizem.

O desenvolvimento depende de um ambiente suficientemente bom; sem os cuidados maternos adequados, os estágios iniciais do desenvolvimento não podem acontecer.

A capacidade de envolvimento é uma questão de saúde, uma capacidade que, uma vez estabelecida, pressupõe uma complexa organização do ego.

 pulsões eróticas e agressivas

Trata-se da realização do desenvolvimento emocional em que o bebê experimenta pulsões eróticas e agressivas em relação ao mesmo objeto e ao mesmo tempo.

No impulso agressivo-destrutivo como um todo, também está contido um tipo primitivo de relação com o objeto em que o amor envolve destruição.

A experiência simultânea amor-ódio, a qual implica – em seu enriquecimento e aprimoramento – à realização da ambivalência leva à emergência do envolvimento.

 

para continuar a leitura acesse:

https://www.veracanhoni.com/2017/06/28/origem-da-capaci…-2-d-w-winnicott/

 

WINNICOTT. D.W. Privação e Delinqüência. Trad. Álvaro Cabral, 3aed. São Paulo: Martins Fontes, 1999

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